Livro 01/2021
27/01/2021
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É muito bonito o discurso de “o que acontece no BBB fica no BBB”, principalmente quando é pra incentivar o público a não manter opiniões e atitudes contras os ex-participantes após a saída da casa. Agora me expliquem porque o Festival Rec-Beat e o canal GNT cancelaram exibição de participações da Karol Conká então?
Da mesma maneira que a justificativa sobre as atitudes afloradas ali são baseadas na situação do confinamento, regras e competições do jogo, a exposição do participante se deve ao seu comportamento e ao modo de reagir às experiências que são impostas para ele vivenciar.
Esta é a 21ª edição do programa e em todas tiveram situações que desafiam e confrontam o psicológico e comportamento dos participantes, mas até essa edição não teve nenhum participante que se aproveitou disso e usou a seu favor, que usou de pautas e debates sociais para justificar seu comportamento (de forma totalmente distorcida), que confrontava os outros com ar de superioridade e depois se via de maneira oposta à qual se expressava.
Se vale do mesmo discurso de “quer saber como uma pessoa é, dê o poder a ela”, como vencer a prova do líder e do anjo, ou “é nos momentos de dificuldade que as pessoas demonstram o seu pior”, como a divisão de VIP e Xepa, castigo do Monstro e indicação ao Paredão.
Por isso, a passagem pelo BBB deve servir de aprendizado sim, mas infelizmente o que acontece por lá, respinga por aqui e é somatizado na história daqueles que se disponibilizaram a vivenciar aquilo.
“Durante o confinamento, ela (Karol Conká) foi suspensa do Festival Rec-Beat, perdeu cerca de meio milhão de seguidores no Instagram.e o canal GNT cancelou a exibição na TV de seu programa.
Estima-se que, até o momento, Conká tenha perdido R$ 5 milhões com shows e contratos cancelados.”
Referência:
Uol
Acesso: 24/02/2021
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Vou colocar 3 partes da notícia que irei questionar:
“Vacina da Pfizer é a 1ª contra a Covid a obter registro definitivo no Brasil”
“...ela ainda não está disponível em solo brasileiro.”
“O governo também afirmou que não comprou a vacina devido a uma cláusula no contrato prevendo que a Pfizer não se responsabilizaria por efeitos adversos graves do imunizante.”
Ponto 1:
Se a ANVISA fez o registro definitivo da vacina, significa que ela já passou por todas as fases de testes, com tudo documentado e, teoricamente, sem nenhum resultado que afete negativamente o público durante os períodos de teste. Levando em consideração que a Agência para fazer esse tipo de registro, precisa se certificar de toda a segurança e validade do imunizante, qual o receio do governo em ter efeitos graves? Se a Agência que regulamenta e mensura qualidade e eficácia aprovou, qual a resistência do governo?
Ponto 2:
No período de testes, tudo pode acontecer durante a aplicação da “suposta” vacina, efeitos colaterais, rejeições, alergias, ineficácia e outras mais coisas. Mas nesses períodos, as fabricantes tem licenças com acompanhamentos e investigações para aprofundar as pesquisas e ir aperfeiçoando as eficácias e diminuição dos efeitos negativos. Se todos os testes foram concluídos com sucesso e a fabricante faz a solicitação para registro definitivo, teoricamente, significa que está tudo correto e mais dentro dos conformes. Para fazer a solicitação, precisa se ter argumentos e registros da eficácia e mínimos efeitos colaterais, então se a fabricante faz o pedido, por que fazer um contrato com uma cláusula se isentando de responsabilidades com efeitos graves? Se os testes tiveram sucesso a ponto de fazer um pedido definitivo?
Referência:
G1
Acesso: 23/02/2021
Agência Brasil
Acesso: 23/02/2021
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