Parte 1
Cada dia que passa um horror diferente de como a sociedade se encontra.
Cada vez mais enxergo o mundo distópico da série Divergente.
Com uma exceção: a facção da Abnegação está completamente extinta…
Por falta de aptidão e optantes mesmo.
.
Parte 2
Não se tem respeito, não se tem solicitude, e não se tem zelo pela vida alheia.
É um ponto muito além do egoísmo. É uma idealização de autonomia ilusória que, para si, é crível e factual a posição arrogante da própria existência.
É o mais profundo da baixa auto-estima mascarada da mais pura petulância, inflamada pela audiência descontrolada da validação constante para comprovação de pertencimento.
.
Parte 3
“Uma escolha pode te transformar.” Divergente (Veronica Roth)
“Uma escolha pode te destruir.” Insurgente (Veronica Roth)
“Uma escolha vai te definir.” Convergente (Veronica Roth)
É… Realmente… É cada escolha feita que perturba e assombra os caminhos que estão sendo seguidos e a possibilidade de futuro que em breve nos alcança.
Cada dia que passa um horror diferente de como a sociedade se encontra.
Cada vez mais enxergo o mundo distópico da série Divergente.
Com uma exceção: a facção da Abnegação está completamente extinta…
Por falta de aptidão e optantes mesmo.
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Parte 2
Não se tem respeito, não se tem solicitude, e não se tem zelo pela vida alheia.
É um ponto muito além do egoísmo. É uma idealização de autonomia ilusória que, para si, é crível e factual a posição arrogante da própria existência.
É o mais profundo da baixa auto-estima mascarada da mais pura petulância, inflamada pela audiência descontrolada da validação constante para comprovação de pertencimento.
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Parte 3
“Uma escolha pode te transformar.” Divergente (Veronica Roth)
“Uma escolha pode te destruir.” Insurgente (Veronica Roth)
“Uma escolha vai te definir.” Convergente (Veronica Roth)
É… Realmente… É cada escolha feita que perturba e assombra os caminhos que estão sendo seguidos e a possibilidade de futuro que em breve nos alcança.


