terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Me Abraça e Me Beija - Ivete Sangalo no Madison Square Garden


Quando você passa eu sinto seu cheiro,
Aguça meu faro e disparo eu sua caça iáiá!
O tempo inteiro a te admirar,
Perco o tino paro de pensar,
Seguindo seus passos aonde quer que vá

Me abraça e me beija,
Me chama de meu amor
Me abraça e deseja,
Vem mostrar pra mim o seu calor

Eu vejo em seus braços
Um laço perfeito,
Me dá essa chance meu bem,
Me cobre de beijos...
Me dá essa chance meu bem,
Me veste de beijos...

sábado, 4 de dezembro de 2010

Eu acho que já vi esse filme!

Baseado no filme Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1

Não sei porque as pessoas se incomodam tanto pela quantidade de vezes que assisto ao mesmo filme.
Não é tão ruim assim, na verdade é ótimo pra mim, pois gosto de saber de todos os mínimos detalhes que se passam.
Não sou daqueles que vai ao cinema sem saber o que vai ver, quando repito o filme.
Não que não tenha uns que eu não saiba. Não! É que os que vejo repetidas vezes são os que mais gosto.
Não que esse gostar tenha a ver com a qualidade do filme, mas pra mim ele é ótimo.
Ainda mais o Harry! Ah! Esse eu vou mesmo várias vezes re-assistir.
Isso começou com Titanic que assisti repetida vezes quando saiu para locação.
A partir daí se seguiram vários outros.
Ultimamente é o Harry que está em destaque.
Começou com 'O Cálice de Fogo', que assisti 3 vezes no cinema.
'A Ordem da Fênix', 3 vezes também.
'O Enigma do Príncipe', 2 vezes, por incrível que pareça (não tive companhia pra ir junto, e numa dessas eu fui sozinho)!
E no momento 'As Relíquias da Morte Parte 1', que até agora foram 3 vezes e com chance de aumentar as visistas à telona.
Esse é o melhor filme do Harry.
Agora posso afirmar isso com certeza porque não existe mais o deslumbramento da 1ª vez.
Pode ser que eu veja mais 2 vezes, quero muito que elas aconteçam, mas a gente nunca sabe quando os planos podem mudar.
É o filme mais fiel, onde se tem mais ação e melhor em todos os termos cinematográficos: direção, roteiro, fotografia, cenários, trilha sonora, interpretações, comoção, em tudo é o melhor.
Mal posso esperar pela 'Parte 2' e vê se o nível se mantém como na 'Parte 1'.
Inacreditavelmente não consegui segurar as emoções e chorei muito nas 3 vezes em que estava completamente vidrado única e exclusivamente para as cenas que passavam.
É claro que na vez que vi sozinho, a coisa foi bem pior, mas não tinha ninguém olhando, então nem me importei muito.
Pra quem não viu, veja, e pra quem já viu, veja outra vez, pois vale a pena e assim confirmamos que estamos chegando no 'Final Épico' tão mencionado, dessa saga que é a melhor de todos os tempos.

Isso que dá assistir um filme onde as emoções extravasam!

Baseado no livro e filme Marley&Eu

Ficar em casa às vezes enche o saco, mas às vezes vale a pena por causa do que a gente faz com esse tempo que ficamos em casa.
Num domingo por aí não tinha muito o que fazer, a mamãe foi pra casa da vó, a Gabi pra casa do Yago e o pai ficou dormindo no sofá.
Um tempo atrás eu tinha começado a re-assistir (nem sei se existe essa forma de expressão) alguns filmes que não assistia há muito tempo ou que só tinha visto uma vez. Aí eu fui assistindo pela ordem que estão organizados na estante e finalmente tinha chegado a hora de assistir aquele que ia fazer com que eu chorasse muito, mais muito mesmo. Até porque quando li a história a primeira vez, não sabia o tamanho do grau de comoção emocional que me traria, eu terminei no trabalho, quase não me aguentando pra segurar o choro. Foi difícil, mas eu consegui. Depois vi a história retratada para as telas e aí gente, sinceramente, não deu pra segurar, chorei mesmo, não estava nem aí, ainda mais que assisti com a Gabi.
Enfim, revendo esses filmes tinha chegado a vez dele, mas eu não iria assistir assim em um dia qualquer. Teria que ser em um dia que estivesse pronto pra pôr pra fora toda essa emoção que eu sabia que ele me traria novamente. Adiei, adiei, adiei até esse domingo que resolvi assisti-lo. Não deu outra! Comecei a me emocionar muito antes do que da outra vez e  chorei muito mais também do que da primeira vez. Não sei o porquê, mas eu já me desinibi de chorar quando assisto filmes, mas quando os assisto sozinho a coisa fica pior, não sei parece chorar no escuro é mais satisfatório do que na frente dos outros. Não sei se é por causa da fragilidade que demonstra, só sei que sinto muito, os incomodados que se retirem, porque se a história tem a capacidade de emocionar com a simplicidade da situação ou por causa dos acontecimentos trágicos, eu choro mesmo, não estou nem aí.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Uma grande loucura num dia ordinário

Iria pra casa de uma amiga, mas estava em São Paulo voltando da aula de dança. Lembrei-me de que um dos ônibus que vem do Metrô Saúde segue para o Terminal Diadema, que de lá tem agora as novas linhas que seguem para o Shopping do Morumbi e a Estação Berrini, e num outro dia ouvi a reportagem da inauguração desse novo corredor. Falei com minha amiga pra saber se mais alguém iria na casa dela e ela disse que não, então avisei-a que iria demorar um pouco mais pra chegar. Por sorte ou por simples ação da vida mesmo, não sei, o ônibus pro Terminal Diadema passou primeiro que o de São Bernardo, e como sou muito flexível quanto as escolhas, decidi vir nele mesmo pra saber qual o caminho até Diadema e para andar no novo corredor Diadema-Brooklin. Fiquei impressionado com o caminho que o ônibus fez pra chegar, mas isso não vem ao caso. Do Terminal Diadema já estava partindo o Trólebus que iria por esse novo corredor, não sabia se era o do Shopping do Morumbi ou o da Estação Berrini, mas entrei mesmo assim, sem me importar com o destino. A pior parte da ida foi que fiquei num daqueles bancos que são de costas, não que eu não goste deles, eu até prefiro esses bancos, mas como era primeira vez, preferia que tivesse sido olhando para frente pra visualizar melhor por onde o corredor passa durante a viagem. Tudo bem! Me conformei em ficar olhando as coisas que estavam passando daquele ângulo mesmo. Obviamente descobriria o destino final quando chegasse, que acabou sendo no Shopping do Morumbi, bem ali do lado da Estação e da Marginal Pinheiros. Daí me veio outra lembrança, a de que a Ponte Estaiada (Octávio Frias de Oliveira) se localizava ali na Marginal e talvez até próxima ao Shopping. Desci do Trólebus e segui para a Marginal, olhei pra esquerda e nem sinal da Ponte, olhei pra direita e perdi o fôlego, lá estava ela, deslumbrante, a uma ponte de distância e com aqueles estais amarelos, com aquela torre de 138 metros que chama a atenção de quem estiver nas proximidades. Não resisti, por mais que fosse um lugar que não conhecia nada, não sabia onde poderia ter possibilidades pra eu voltar pra casa, eu segui em direção da Ponte pra poder admirá-la de perto. Essa obsessão com essa ponte é por causa de sua estrutura que é excepcional e porque tinha visto uma matéria de quando estavam colocando os estais para finalizar o projeto de se fazer 'a primeira Ponte Estaiada da cidade de São Paulo que se tornaria seu mais belo cartão postal e a primeira ponte estaiada do mundo com duas pistas em curvas conectadas a um mesmo mastro'. E a visão que tive não renega essas palavras, não sei se é o mais belo cartão postal da cidade, porque não cheguei a conhecer todos, mas com certeza é o mais bonito que já vi até hoje. A estrutura e a localização não decepcionam em nada as expectativas, pelo contrário elas excedem qualquer pensamento que se tenha, é absolutamente uma arquitetura com um papel marcante para o modo como se vê a cidade. Depois desse transe, veio a dúvida, voltar ao Shopping pra pegar o Trólebus de volta ou seguir pelo caminho desconhecido sem saber aonde vai dar? Durante esse questionamento no meio da Av. Berrini passa um Trólebus com destino à Estação Berrini, ou seja, o ponto final da Estação Berrini não deveria ser muito longe do Shopping do Morumbi, e foi com essa incerteza que segui pela avenida procurando o ponto final para voltar pra casa, já estava no meio do desconhecido mesmo, conhecer um pouco a mais não seria problema. Até parece! Não vou negar, bateu um pouco desespero num determinado momento porque não sabia por onde o Tróbelus passara, mas aí ele veio no sentido do Terminal Diadema, então não estava muito longe do ponto final e fui seguindo. Vi uma banca que vendia o bilhete do Trólebus e perguntei pra dona onde eu encontraria um ponto pra voltar pra Diadema. Ela apontou a rua onde era o ponto final, que por acaso era a rua em frente a banca, segui para lá e esperei a chegada do Trólebus que me levaria de volta pra rotina da minha vida depois dessa pequena loucura de se perder pra conhecer duas coisas que eu queria muito: o corredor até o Brooklin e a Ponte Estaiada, apesar que conhecer a ponte não estava nos meus planos, mas foi a melhor parte dessa loucura.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Muito Engraçado!


É muito engraçado como levamos a vida, mesmo com todas as angústias do dia-a-dia
É muito engraçado como suportamos os sofrimentos sem atormentar ninguém
É muito engraçado o quanto estamos disponíveis para ouvir os problemas dos outros
É muito engraçado também como não falamos os nossos problemas pra esses "outros" os nossos problemas
É muito engraçado como em certas situações não tomamos a decisão que nos deixa mais feliz
Mas o mais engraçado de tudo é o quanto conseguimos ser felizes com essa vida simples que privamos numa gaiola por não querer atormentar ninguém com nossas perturbações, e o quanto rimos à toa das situações mais bobas que acontecem todos os dias à nossa volta.
O que vale realmente é aproveitar todos os momentos junto do maior número de pessoas possível, porque o que importa é a convivência harmoniosa e feliz que temos com essas pessoas.

domingo, 24 de outubro de 2010

Para refletir


Quando queremos resolver um problema, primeiramente tentamos com as nossas próprias mãos, e quando não conseguimos percebemos que precisamos da ajuda de outro para a solução. O difícil é esperar a boa vontade e a paciência desse outro para poder nos ajudar.
[...]
Estamos tão acostumados com a correria do dia-a-dia, que quando você está em um dia NORMAL, com situações NORMAIS, um dia calmo, sem tanta correria, você relaxa e de toda a correria dos outros dias. O ser humano não se dá conta de quanto ele trabalha rapidamente e muitas vezes não dá o devido descanso que seria necessário.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Tic-tac no sentido anti-horário


Baseado no filme ‘O Curioso Caso de Benjamin Button’ (Se você ainda não viu, não perca a chance quando ela surgir)

Imagine um relógio antigo onde os ponteiros fossem no sentido anti-horário. E com esse relógio fosse o curso de sua vida. Só imagine...
No começo você não compreende porque um espírito tão leve e tão inocente como o seu está no corpo de alguém que aparenta ter vivido muitas experiências. Você tenta libertar tudo o que deseja, mas o seu corpo não reage aos seus pensamentos e não permite certas audácias.
O tempo vai passando, todos à sua volta vão envelhecendo a cada dia e você vai rejuvenescendo e ficando totalmente mais a vontade para explorar tudo o que tinha vontade mais não podia pelas limitações do corpo que era mais vulnerável.
O pior deve ser ver como as pessoas vão passando pela estrada da vida e vão para outra jornada, e você com mais jovialidade no desenrolar dos anos, vendo todos indo numa direção e você em outra.
Apesar dos pesares, você ainda consegue ter algumas experiências no seu devido tempo, porém algumas precoces demais ou tardas demais. Você vai tentando ter a vida social mais comum, mas sabe que uma hora ela passará a ser incomum e totalmente oposta ao restante dos outros.
Muitas frases que se ouvem por aí se encaixam na sua metodologia: “Nada é eterno”, “O tempo é o melhor remédio”, “Tudo vai melhorar”, entre outras. E com elas você vai levando a vida e aproveitando tudo o que puder, pois sabe que no fim, pelo menos pra você, tudo vai ser diferente. O corpo continua a rejuvenescer e as experiências vão aumentando junto com a idade. Só que o cérebro vai perdendo a capacidade de lembrar-se de todas elas, pois enquanto se fica mais novo a capacidade de armazenamento de tudo o que passou vai diminuindo, ficando de acordo com a idade corporal que se tem.
E no fim, acabará como um bebê recém-nascido que desconhece tudo à sua volta e tudo o que se passa consigo mesmo, deslumbrado com o tudo o que vê e percebe ao redor de si. E com esse último olhar você fecha os olhos pra esse mundo onde todos viviam num sentido e você foi o único que viveu no sentido oposto.